Escalpelamento é o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano, de diversas formas, inclusive por motores dos barcos.
É um problema muito recorrente na Amazônia brasileira, despertando até a atuação do poder público e de ONGs, que estão com projetos para desenvolver uma proteção barata ou gratuita para os barcos a motor, a fim de evitar a repetição de acidentes desse tipo.
O acidente ocorre quando as vítimas, ao se aproximarem do motor por acaso, tem seus cabelos repentinamente puxados pelo eixo. A forte rotação ininterrupta do motor ao enrolar os cabelos em torno do eixo, arranca inexoravelmente todo ou parte do escalpo da vítima, inclusive orelhas, sobrancelhas e por vezes uma enorme parte da pele do rosto e pescoço, levando a deformações graves e até a morte.
No dia 14 de Janeiro de 2010, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 12199/2010 que institui o dia 28 de agosto sendo o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento.
Dia 26 de Fevereiro de 2011, na Estácio FAP - às 9h.
Doe um pedacinho de você.
Campanha de Doação de cabelos para vitimas do escalpelamento.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Agência Realize Comunicação
"Após recebermos o Briefing, o interesse foi imenso e a expectativa por um bom trabalho foi intensa. Logo as meninas da agência motivaram-se em deixar crescer seus cabelos para a doação do dia 26 de fevereiro." Afirma o Diretor de Arte - Antonio Neto.
"É importante fazermos a nossa parte e assim podermos agregar valores sociais a uma excelente campanha a ser realizada pela nossa agência." Comenta Michelle Amaral - Produtora
"Eu vou doar um pedacinho de mim, essas crianças merecem voltar a sonhar e serem felizes. Elas estão sem esperança e fé." Diz Ana Camila - Criação da Agência
A agência Realize Comunicação foi a escolhida para realizaçao desta campanha. Seu potêncial e experiência fará toda a diferença. Com certeza será uma campanha maravilhosa.
Dia 26 de fevereiro, doe um pedacinho de você!
"É importante fazermos a nossa parte e assim podermos agregar valores sociais a uma excelente campanha a ser realizada pela nossa agência." Comenta Michelle Amaral - Produtora
"Eu vou doar um pedacinho de mim, essas crianças merecem voltar a sonhar e serem felizes. Elas estão sem esperança e fé." Diz Ana Camila - Criação da Agência
A agência Realize Comunicação foi a escolhida para realizaçao desta campanha. Seu potêncial e experiência fará toda a diferença. Com certeza será uma campanha maravilhosa.
Dia 26 de fevereiro, doe um pedacinho de você!
Realiza Comunicação
Trav. Mauriti, 143 - (91) 3356-8900
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Estudo pioneiro aborda escalpelamento
Essa matéria saiu no informativo Beira do Rio da UFPA e mostra o trauma das vítimas de Escalpelamento, principalmente com crianças.
Por Tatiana Ferreira
Mulheres e meninas que sofreram escalpelamento precisam ter assistência psicossocial efetiva à disposição, além de todo o acompanhamento médico indicado para esses casos. É o que defende a psicóloga Jesiane Calderaro, autora da dissertação de mestrado "A compreensão do sofrimento no escalpelamento: um estudo utilizando o grafismo e o teste de fábulas", defendida no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Social da UFPA, sob orientação da professora Airle Miranda de Souza. O escalpelamento vem sendo abordado principalmente em trabalhos acadêmicos da área de saúde. Na área da psicologia, o estudo dessa problemática é inédito.
"Quando comecei a fazer o levantamento de dados, só encontrei material sobre os aspectos orgânicos e estéticos do problema, no sentido da reconstrução capilar, por exemplo. Percebi que existia uma grande lacuna referente ao enfoque psíquico. O acidente acontece predominantemente com mulheres e o cabelo, assim como a mama, está diretamente relacionado à feminilidade. Certamente, o escalpelamento se configura como uma dor, um trauma e uma modificação muito intensa na vida dessas pessoas", explica a psicóloga.
O escalpelamento é resultado de acidentes ocorridos em barcos que navegam com o motor desprotegido. No interior da Amazônia, esse tipo de acidente tomou dimensões de tragédia em função da quantidade de meninas e mulheres mutiladas e, muitas vezes, mortas. Geralmente, os barcos têm um motor fixo no centro. O problema está no eixo que gira em alta rotação estendido do motor até a hélice sem qualquer tipo de proteção. Os cabelos enroscam-se no eixo do motor e o couro cabeludo é brutalmente arrancado, provocando o escalpelamento.
As conseqüências do acidente são dramáticas: além do couro cabeludo, muitas vezes também são lesadas outras regiões do corpo, como testa, sobrancelhas, orelhas e regiões inferiores do rosto. Os movimentos do pescoço e até dos ombros podem ser comprometidos. O tratamento inclui uma série de cirurgias reparadoras com enxertos. As pacientes podem ficar internadas durante meses e até mais de um ano, o que altera totalmente a vida delas e de suas famílias. No Pará, o Pronto Socorro Municipal e a Santa Casa de Misericórdia funcionam como referência para esse tipo de tratamento. Na Santa Casa, entre janeiro de 2001 e julho de 2005, foram atendidas 80 pacientes que sofreram escalpelamento.
Levando em conta as condições das meninas acometidas pelo problema, Jesiane Calderaro escolheu dois instrumentos especiais para alcançar a expressão do sofrimento delas. As fábulas de Duss e o desenho da figura humana, compatíveis com o referencial psicanalítico, mostraram-se apropriados para revelar as emoções e os sentimentos, dando sentido ao conteúdo inconsciente.
Em função dos critérios estabelecidos junto ao comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, Jesiane excluiu da pesquisa meninas ainda internadas ou que tivessem deixado o hospital há menos de seis meses. Nessa fase, ainda prevalecem mais queixas físicas em função das dores causadas pelo acidente. Também foram excluídas as meninas desacompanhadas dos pais, já que eles foram envolvidos como parte importante da pesquisa. Obedecendo a todos os critérios, somente uma criança de sete anos e uma adolescente de dezessete anos puderam ser incluídas de fato no estudo, embora a psicóloga tenha tido a oportunidade de conversar com outras pacientes da Santa Casa. Essas pacientes não foram incluídas na amostra, mas as conversas ajudaram a pesquisadora a compreender de forma mais clara os aspectos sociais da problemática do escalpelamento.
"Nenhuma das duas tinha passado por um processo de psicoterapia. Conheci a moça fazendo trabalhos manuais que exerciam função terapêutica. Frente ao grande tempo de tratamento, ela recebeu o apoio de colegas da Santa Casa e tornou-se bastante habilidosa com a pintura. Percebendo a melhora que tiveram após sua participação na pesquisa, as duas integrantes indicaram várias outras pacientes para fazerem parte da amostra, mas quando eu analisava os critérios encontrava impedimentos. Várias delas não estavam com os pais em Belém. Estavam hospedadas em casa de parentes ou em abrigos dos municípios", conta a psicóloga.
O teste do desenho da figura humana foi dividido em dois momentos: no início, a psicóloga pediu às meninas que desenhassem uma figura humana e, no segundo momento, pediu um desenho com o tema "Como estou me sentindo agora?". Entre as duas fases do grafismo foi aplicado o teste psicológico das fábulas de Duss. No primeiro momento, as duas participantes, mesmo sendo oferecidos lápis coloridos, fizeram desenhos que refletiam sua tristeza, utilizando apenas lápis preto. Em um dos desenhos, a figura humana aparece com roupas retas como se fossem as vestes de um hospital. Para a psicóloga, o desenho reflete justamente a condição de paciente vivenciada por muito tempo pela menina. "O desenho da figura humana mobiliza em qualquer um de nós uma angústia de como somos, então, é isso o que naturalmente vem à tona. No desenho realizamos um auto-retrato", explica.
A seguir, foi a vez do teste das fábulas de Duss, autora da década de 1940. São dez historietas incompletas que as crianças e adolescentes completam de acordo com sua imaginação. "Qualquer fábula evoca cenas do nosso convívio interno, do conteúdo inconsciente, atingindo nossos medos e nossos conflitos, além de também trazer questões circunstanciais. Busquei dois instrumentos que configurassem uma forma mais lúdica, utilizando a simbolização e o imaginário... Nada que pudesse agredir ainda mais", observa Jesiane.
A psicóloga conta que as meninas estão traumatizadas em função do acidente e também por conta das sucessivas intervenções médico-cirúrgicas que tiveram que sofrer. "Embora as duas tenham idades diferentes e formas diferentes de conflitos, ainda assim, o evento escalpelamento é um marco forte nas vidas de ambas, provocando questões semelhantes no que diz respeito à auto-estima, a uma dor peculiar, mas que também ecoa na sociedade. As duas ficavam receosas de voltar aos seus municípios sem saber como seriam recebidas", lembra.
A segunda parte do teste de grafismo foi realizada após o teste das fábulas e confirmou o quanto ele é eficiente para trabalhar os conteúdos psíquicos. Quando a psicóloga pediu que elas fizessem desenhos com o tema "Como estou me sentindo agora?", os resultados foram surpreendentes. As meninas se retrataram de forma mais integrada, até mesmo reconhecendo em si o escalpelamento e as conseqüências produzidas por ele.
Nas entrevistas realizadas com os pais, Jesiane pôde perceber, por exemplo, a dimensão do drama familiar e social desencadeado pelo escalpelamento. Em um dos casos, um pai precisou abandonar seus afazeres no interior para acompanhar a filha em Belém, deixando desamparada a mulher grávida e o resto da família que dependiam do seu trabalho. Analfabeto, ele não sabia como lidar com os termos médicos e a grande quantidade de informações novas relacionadas ao tratamento da filha. Esse tipo de drama é muito comum, visto que as meninas e seus acompanhantes precisam passar um longo período em Belém, o que altera sua rotina sem qualquer organização prévia.
O resultado do estudo já começa a ter repercussões práticas que podem ajudar a aprimorar a assistência às pessoas escalpeladas. "O que extraímos com as duas participantes foi muito significativo e, além disso, senti o reconhecimento das outras pacientes que não puderam ser alvo do estudo, mas que apoiaram. Profissionais que trabalham na Santa Casa entraram em contato para dizer que o trabalho reflete muito o que elas demonstram sofrerem no dia-a-dia. Fui convidada pela doutora Sandra Lobato, que atua na Santa Casa, para auxiliar na criação de um protocolo de atendimento a essas vítimas, o que achei muito interessante. O problema do escalpelamento deve ter o engajamento de todos, a fim de que se torne um evento banido, registrado apenas no passado ", conclui.
Link original aqui:
http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/2007/22-edicao-55/243-estudo-pioneiro-aborda-escalpelamento
Por Tatiana Ferreira
Mulheres e meninas que sofreram escalpelamento precisam ter assistência psicossocial efetiva à disposição, além de todo o acompanhamento médico indicado para esses casos. É o que defende a psicóloga Jesiane Calderaro, autora da dissertação de mestrado "A compreensão do sofrimento no escalpelamento: um estudo utilizando o grafismo e o teste de fábulas", defendida no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Social da UFPA, sob orientação da professora Airle Miranda de Souza. O escalpelamento vem sendo abordado principalmente em trabalhos acadêmicos da área de saúde. Na área da psicologia, o estudo dessa problemática é inédito.
"Quando comecei a fazer o levantamento de dados, só encontrei material sobre os aspectos orgânicos e estéticos do problema, no sentido da reconstrução capilar, por exemplo. Percebi que existia uma grande lacuna referente ao enfoque psíquico. O acidente acontece predominantemente com mulheres e o cabelo, assim como a mama, está diretamente relacionado à feminilidade. Certamente, o escalpelamento se configura como uma dor, um trauma e uma modificação muito intensa na vida dessas pessoas", explica a psicóloga.
O escalpelamento é resultado de acidentes ocorridos em barcos que navegam com o motor desprotegido. No interior da Amazônia, esse tipo de acidente tomou dimensões de tragédia em função da quantidade de meninas e mulheres mutiladas e, muitas vezes, mortas. Geralmente, os barcos têm um motor fixo no centro. O problema está no eixo que gira em alta rotação estendido do motor até a hélice sem qualquer tipo de proteção. Os cabelos enroscam-se no eixo do motor e o couro cabeludo é brutalmente arrancado, provocando o escalpelamento.
As conseqüências do acidente são dramáticas: além do couro cabeludo, muitas vezes também são lesadas outras regiões do corpo, como testa, sobrancelhas, orelhas e regiões inferiores do rosto. Os movimentos do pescoço e até dos ombros podem ser comprometidos. O tratamento inclui uma série de cirurgias reparadoras com enxertos. As pacientes podem ficar internadas durante meses e até mais de um ano, o que altera totalmente a vida delas e de suas famílias. No Pará, o Pronto Socorro Municipal e a Santa Casa de Misericórdia funcionam como referência para esse tipo de tratamento. Na Santa Casa, entre janeiro de 2001 e julho de 2005, foram atendidas 80 pacientes que sofreram escalpelamento.
Levando em conta as condições das meninas acometidas pelo problema, Jesiane Calderaro escolheu dois instrumentos especiais para alcançar a expressão do sofrimento delas. As fábulas de Duss e o desenho da figura humana, compatíveis com o referencial psicanalítico, mostraram-se apropriados para revelar as emoções e os sentimentos, dando sentido ao conteúdo inconsciente.
Em função dos critérios estabelecidos junto ao comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, Jesiane excluiu da pesquisa meninas ainda internadas ou que tivessem deixado o hospital há menos de seis meses. Nessa fase, ainda prevalecem mais queixas físicas em função das dores causadas pelo acidente. Também foram excluídas as meninas desacompanhadas dos pais, já que eles foram envolvidos como parte importante da pesquisa. Obedecendo a todos os critérios, somente uma criança de sete anos e uma adolescente de dezessete anos puderam ser incluídas de fato no estudo, embora a psicóloga tenha tido a oportunidade de conversar com outras pacientes da Santa Casa. Essas pacientes não foram incluídas na amostra, mas as conversas ajudaram a pesquisadora a compreender de forma mais clara os aspectos sociais da problemática do escalpelamento.
"Nenhuma das duas tinha passado por um processo de psicoterapia. Conheci a moça fazendo trabalhos manuais que exerciam função terapêutica. Frente ao grande tempo de tratamento, ela recebeu o apoio de colegas da Santa Casa e tornou-se bastante habilidosa com a pintura. Percebendo a melhora que tiveram após sua participação na pesquisa, as duas integrantes indicaram várias outras pacientes para fazerem parte da amostra, mas quando eu analisava os critérios encontrava impedimentos. Várias delas não estavam com os pais em Belém. Estavam hospedadas em casa de parentes ou em abrigos dos municípios", conta a psicóloga.
O teste do desenho da figura humana foi dividido em dois momentos: no início, a psicóloga pediu às meninas que desenhassem uma figura humana e, no segundo momento, pediu um desenho com o tema "Como estou me sentindo agora?". Entre as duas fases do grafismo foi aplicado o teste psicológico das fábulas de Duss. No primeiro momento, as duas participantes, mesmo sendo oferecidos lápis coloridos, fizeram desenhos que refletiam sua tristeza, utilizando apenas lápis preto. Em um dos desenhos, a figura humana aparece com roupas retas como se fossem as vestes de um hospital. Para a psicóloga, o desenho reflete justamente a condição de paciente vivenciada por muito tempo pela menina. "O desenho da figura humana mobiliza em qualquer um de nós uma angústia de como somos, então, é isso o que naturalmente vem à tona. No desenho realizamos um auto-retrato", explica.
A seguir, foi a vez do teste das fábulas de Duss, autora da década de 1940. São dez historietas incompletas que as crianças e adolescentes completam de acordo com sua imaginação. "Qualquer fábula evoca cenas do nosso convívio interno, do conteúdo inconsciente, atingindo nossos medos e nossos conflitos, além de também trazer questões circunstanciais. Busquei dois instrumentos que configurassem uma forma mais lúdica, utilizando a simbolização e o imaginário... Nada que pudesse agredir ainda mais", observa Jesiane.
A psicóloga conta que as meninas estão traumatizadas em função do acidente e também por conta das sucessivas intervenções médico-cirúrgicas que tiveram que sofrer. "Embora as duas tenham idades diferentes e formas diferentes de conflitos, ainda assim, o evento escalpelamento é um marco forte nas vidas de ambas, provocando questões semelhantes no que diz respeito à auto-estima, a uma dor peculiar, mas que também ecoa na sociedade. As duas ficavam receosas de voltar aos seus municípios sem saber como seriam recebidas", lembra.
A segunda parte do teste de grafismo foi realizada após o teste das fábulas e confirmou o quanto ele é eficiente para trabalhar os conteúdos psíquicos. Quando a psicóloga pediu que elas fizessem desenhos com o tema "Como estou me sentindo agora?", os resultados foram surpreendentes. As meninas se retrataram de forma mais integrada, até mesmo reconhecendo em si o escalpelamento e as conseqüências produzidas por ele.
Nas entrevistas realizadas com os pais, Jesiane pôde perceber, por exemplo, a dimensão do drama familiar e social desencadeado pelo escalpelamento. Em um dos casos, um pai precisou abandonar seus afazeres no interior para acompanhar a filha em Belém, deixando desamparada a mulher grávida e o resto da família que dependiam do seu trabalho. Analfabeto, ele não sabia como lidar com os termos médicos e a grande quantidade de informações novas relacionadas ao tratamento da filha. Esse tipo de drama é muito comum, visto que as meninas e seus acompanhantes precisam passar um longo período em Belém, o que altera sua rotina sem qualquer organização prévia.
O resultado do estudo já começa a ter repercussões práticas que podem ajudar a aprimorar a assistência às pessoas escalpeladas. "O que extraímos com as duas participantes foi muito significativo e, além disso, senti o reconhecimento das outras pacientes que não puderam ser alvo do estudo, mas que apoiaram. Profissionais que trabalham na Santa Casa entraram em contato para dizer que o trabalho reflete muito o que elas demonstram sofrerem no dia-a-dia. Fui convidada pela doutora Sandra Lobato, que atua na Santa Casa, para auxiliar na criação de um protocolo de atendimento a essas vítimas, o que achei muito interessante. O problema do escalpelamento deve ter o engajamento de todos, a fim de que se torne um evento banido, registrado apenas no passado ", conclui.
Link original aqui:
http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/2007/22-edicao-55/243-estudo-pioneiro-aborda-escalpelamento
sábado, 20 de novembro de 2010
Início para a solidariedade
Primeiramente, este blogsopt foi criado com intuito de divulgaçao, esclareciemnto e informações sobre a campanha publicitária "Solidariedade na cabeça". Futuramente mostraremos mais detalhes sobre o que abordará esta campanha solidária...
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